Quinta-feira, Julho 23, 2009

凱旋ライブ

e6ad8ce594b1e4b8ad リスボンに9カ月あまり留学していた津森久美子さんが戻ってきた。先日、四谷マヌエルで、成果のお披露目があった。

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Publicado por Joaquim em 20:39:33 | Permalink | Sem Comentários »

Segunda-feira, Julho 13, 2009

リスボンのCAMARÍ

 津森久美子さんの凱旋ツアーが各地で始まる。題して「Cheira a Lisboa~リスボンの匂い~」 。だども、「匂い」というのは、津軽弁では「カマリ」というのでごわすのどすえやおまへんか。

 この「いいでば! 英語塾」というのは、青森の放送局の人気番組。ワも勉強させてもらっている。登場する「レイチェル安藤」嬢は、聴けば分かるが津軽ネイティブではない。実は大阪生まれの岡山育ちだ。ちなみにRACHELは、ラテン系だとRAQUELだな。

 こういう番組があるというのは、うれしい。向こうを張って、「ええやないかちょっとぐらい 触って減るもんやなし ポル語塾」というのをネットラジオ上で作ってくれませんか、月本さん。

Publicado por Joaquim em 17:34:45 | Permalink | Sem Comentários »

Segunda-feira, Julho 6, 2009

Mariza ao Japão virá

お! 横山氏からの告知によって知った。MARIZAの日本公演がこの秋にあるという。
確かに、【ここ】に載っている。
うん、行ってみるべし!!であろう
しかし、それにしても、この公演の宣伝文句に「アマリア・ロドリゲスの正当な後継者」とあるのが、なんだか、さもしい表現に聞こえる。
「美空ひばりの正当な後継者、天童よしみ」なんていわないだろう。財産を相続したわけでもあるまいし。ファド歌手を持ち上げる口上に、いちいちアマリア・ロドリゲスを引き合いに出すのは、ぼちぼちやめてもいいのではないだろうか。
もっとも、日本人など外国人にアピールするには、これがまだ手っ取り早い説明なのだろう。しかし、マリーザはマリーザなんであって、かえってマリーザに失礼だと思うのだが…。

Publicado por Joaquim em 19:16:54 | Permalink | Sem Comentários »

Domingo, Julho 5, 2009

私はコレで○○○をやめました

 このポーズ、ポルトガルでは「不貞な妻を持つ男」という意味だそうだ。バカヤローと言わんばかりにやっているのは、マヌエル・ピーニョ財務大臣。質問している野党議員に対して、ジェスチャーで野次ってるわけだ。でも、あまりにも下品ということで、辞任に追い込まれた。

 頭に両手で角を作るポーズは、日本でもやる。しかし意味が違う。日本では「ヨメハンが怒る」という意味になる。般若の面から来ているのだろう。

 Manuel Pinho lamenta situação e admite que não quer fazer carreira política

Manuel Pinho é desde hoje o ex-ministro da Economia do Governo de José Sócrates na sequência de um gesto no Parlamento. Uma situação que lamenta mas que deu por encerrada numa entrevista à SIC onde admitiu não querer fazer carreira na política. Sobre o futuro não quis abrir o jogo. “Agora o que quero passar é umas belíssimas férias”, disse Pinho, que aproveitou para elogiar as reformas do Executivo e dizer que ainda há muito a mudar.

A este propósito contou que espera por uma resposta da Ordem dos Médicos sobre uma queixa que fez há mais de seis anos. Em causa está uma operação aos olhos da sua mulher que correu mal e da qual reclamou. Para Pinho este é apenas um dos exemplos do que é preciso fazer num país onde há uma sensação generalizada de “impunidade”.

Sobre a sua passagem de quatro anos e meio pela política, lembrou que não era um membro do partido e que, como tal, sempre encarou a sua vida activa nesta área como temporária. “Não faz parte dos meus planos ter uma carreira política durante toda a minha vida”, afirmou. Ainda assim, assumiu que leva boas recordações do seu trabalho, em especial no campo das energias renováveis. Do lado mais humano, recorda os postos de trabalho que conseguiu “salvar” e os momentos que passou fora do ministério e onde conviveu de perto com empresários e trabalhadores.

A este propósito admitiu estar bastante cansado e, por isso mesmo, lamentou a atitude do líder do partido comunista, Bernardino Soares, a quem dirigiu o gesto em que simulou um par de chifres. “Num momento tão difícil que o país está a viver acho que a melhor atitude não é fazer graçolas e usar os trabalhadores como arma de arremesso”, disse Manuel Pinho, a propósito das declarações daquela bancada sobre os empregos nas minas de Aljustrel. E acrescentou: “O deputado do partido comunista estava a fazer umas graçolas quando a pessoa passa noites sem dormir para tirar as pessoas de situações miseráveis.”

No que diz respeito à forma como tomou a decisão de sair do cargo assegurou que a tomou sozinho dentro do Governo. “Falei comigo próprio e falei à minha mulher primeiro, que ficou muito satisfeita”, precisou. Depois explicou que sente que não é uma altura para as atenções se virarem para episódios como estes: “É bom que agora os portugueses estejam atentos às propostas alternativas dos partidos.” Ainda assim, o governante não deixa de reconhecer que “vai ser muito difícil atrair gente para a política” de fora dos partidos perante as situações a que os políticos são sujeitos e às falsas coisas que se diz sobre eles. “É uma situação dura de gerir”, confessou.

Em relação ao Governo confessou apenas ter “uma grande ligação ao primeiro-ministro”, mas não destacou mais ninguém a não ser, como personalidade política internacional, o presidente brasileiro Lula da Silva. Sobre a sua passagem como ministro assumiu que não era um sonho por si só: “Tinha o sonho de ser ministro num governo que rasgasse as coisas” nalgumas áreas estruturais, disse. A propósito do futuro não confirmou se voltaria para o Banco Espírito Santo depois de umas “belíssimas férias”. “Não estou convencido que tenha de ter angústias a esse propósito”, asseverou.

Publicado por Joaquim em 06:57:33 | Permalink | Sem Comentários »